domingo, 6 de junho de 2010

Eu paro e reparo

A vida, mal sei o que é
e as pessoas, só sei que morrem.
Mas também sei
que elas tentam ser melhores.
Acham legal seguir modas
mas o que falta a elas é opinião própria.
Veem um casaco na tv
e compram um igual.
Deus, livrai-me dos normais.
Fugindo do normal
a vida fica bem melhor.
Sem me preocupar com moda
eu e a minha opinião própria
vamos juntas
por um caminho diferente
continuamos a viagem.

Uma imagem vale mais que mil palavras




Fotos by: me

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ciência e religião

Tentei desvendar, mais uma vez, o enigma da vida (profundo hmm). Mas, mais uma vez, não cheguei a um resultado exato. A cada detalhe que eu penso, surge uma nova dúvida. Não sei se existe Deus. Se existe, não sei se foi Ele quem fez tudo o que a gente vê.
Não entendo o que preciso fazer, como preciso viver.
Parece tudo novo. Mas parece que todos se acham adultos.
Se a crença em um ser superior é tão antiga e existe até hoje (mesmo com algumas quedas nos gráficos de religião) provavelmente é importante. Atribuimos para Ele uma igreja rica em detalhes pensados (e caros). Acho que a religião explica aquilo que a Ciência ainda não sabe.
Assim, a religião era muito mais respeitada pois a Ciência não sabia tanta coisa como sabe hoje.
Sou católica, mas adoro Ciência. Acredito que possa haver uma compreensão entre as duas (ciência e religião). Não sei se é certo pensar assim (mesmo achando que não existe certo e errado. Apenas em ciências exatas). Em uma semana posso estar pensando em alguma coisa totalmente diferente.

sábado, 8 de maio de 2010

ponto de vista

Estive pensando qual o verdadeiro objetivo da vida. Pensei em postar uma lista de objetivos e sempre que eu conseguisse eu marcaria. Mas objetivos de verdade só achei um: ser feliz.
Portanto, não poderia por "encontrar um amor" pois posso ser feliz sem um. E adivinha onde, mais uma vez, cheguei? Vida. Oh vida minha, porque me trancaste aqui, sem dizer-me o motivo de viver-te?
Não sei se o que faço é certo ou errado. No fundo nem sei se existe certo ou errado. Certo e errado apenas aprendendo. Mas não sei se amar é certo ou errado, depende da sociedade onde eu vivo, portanto não existe conclusão geral.
Embora eu participe de um clube voluntário não sei se é certo ou errado ajudar o outro. Logo, muitos diriam que é certo. Mas se eu não ajudasse provavelmente ele teria que buscar sozinho e iria conseguir muito mais. Um caso claro disso é a África: as pessoas acustumaram-se a receber comida de instituições e por isso não se preocupam, sabem que um dia alguém irá ajudar.
Não sei se tenho razão em pensar assim. Depende do ponto de vista. No final, eu acho que tudo (ou quase tudo) depende do ponto de vista. Quando a gente estuda Socialismo x Capitalismo aprendemos que cada um tem um lado bom e outro nem tanto. E assim é a vida inteira.
Realmente, não sei porque escrevo sobre essas coisas. Pois esse é meu ponto de vista e interessa a quase ninguém. Acho que é para esclarecer as coisas na minha própria cabeça.
Não consigo expresar-me desenhando ou pintando, cantando ou dramatizando. Mesmo não escrevendo muito bem, acho que é o melhor jeito, do meu ponto de vista.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Soar

Feche os olhos. Concentração é a palavra chave.
Tente localizar todos os sons que você consegue.
O cachorro latindo na rua. O carro passando. A música tocando, e seus pais conversando.
Não sei bem o motivo, mas esse é meu execício preferido. No meio da aula ou no meio de uma agitada reunião do Interact. é muito bom.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Baleias

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Quadro vivo

Lia " A casa das sete mulheres" no quarto da casa da minha vó. Comecei a olhar pela janela. Além da janela. Era lindo ver as árvores verdes com a montanha em cores de terra atrás.
Decidi que queria ter um quadro daqueles na minha futura casa. O chamei de Quadro Vivo, pois mesmo parecendo uma bela obra de arte, as árvores balançavam.
Continuei lendo, e algumas vezes olhava para aquela obra na minha frente. Admirava aquilo, tanto.
Cheguei num ponto emocionante da história em que lia. Começaram lágrimas correr pelo meu rosto.
Levei um grande susto quando um pássaro (não um passarinho) entrou pelo quadro vivo. Fiquei com medo. Gritei. Um dos gritos mais altos da minha vida. Ele deu meia volta e saiu.
Como o meu grito fora comprido, nem tive muito tempo para olhar bem para ele.
Não sei o que teria acontecido se eu não tivesse gritado. Nem sei se ele deu a meia volta mais feliz da minha vida por causa do meu grito. Mas cheguei em uma conclusão: faz bem ter boas cordas vocais.
E também descobri que aquele era muito vivo. Mais do que eu esperava.